15 Abr 2010 - 20:52:35
INTRODUÇÃO
Aqueles que abandonaram a congregação seguindo Cerinto e o proto-gnostícismo tinham a compreensão diferente quanto a constituição humana. O fato da carne ser mal bania a possibilidade de uma liderança interior da alma humana. Cristo não era Jesus e nem Jesus o Cristo. È o que os hereges ensinavam. Seu comportamento era devasso e sem amor. João explica com a inspiração e a revelação que recebera do Senhor que o homem não é carne, mas espírito.
No idioma original, o grego, não encontramos a expressão “espírito” designando uma entidade celestial, mas personificado como uma pessoa. Logo, o espírito relatado denota uma pessoa. João ensina que a carne é má (1 João 2), mas quem guia o homem é a parte imaterial, o espírito. A carne pode ser má, mas se o espírito deseja tomar tal decisão, a carne acompanhará, pois esta é submissa àquela.
O espírito é uma pessoa. Todas as qualidades do ser humano partem da sua espiritualidade. Toda acerto e todo erro que o ser humano depende do seu eu interior. Ele é espírito e não carne. Isso mostra que não há nenhum problema no fato de Jesus ter a natureza humana. Jesus herdou o pecado original quando se encarnou (... e fez pecado por nós..., se fez carne, só Deus é bom). Natureza esta indispensável para nossa salvação. Porque os pecados da humanidade não poderiam ser deixados de punição. Por um homem entrou o pecado no mundo, por um homem deverá sair. Todavia apenas um homem não poderia prover a salvação. Deveria partir de Deus, demonstrando o amor supremo de Deus. Com a execução deste plano a humanidade se dividiu em duas, parte de pessoas de Deus e parte de pessoas que não são de Deus porque negam este divino plano.
a) Compreendido Como Cristo é a expressão máxima da revelação de Deus, todas as setas diabólicas estão apontadas para Ele. Não compreendendo Cristo, não se compreende a Deus, pois Ele é o caminho (João 8.32). A Bíblia neste texto mostra que aqueles que não compreendiam Jesus Cristo como 100% Deus e 100% homem, não eram de Deus. Era a melhor forma de distinguir os que não são daqueles que são de Deus. Quem não é de Deus não compreende a pessoa e a obra de Cristo. Tudo parece estranho, nascimento de uma virgem, morte na cruz, ressurreição e coisas mais. Quem não é de Deus olha para Jesus e vê Ele como um filósofo, um mártir ou algo parecido, nunca como Salvador e Senhor. Mas quem é de Deus compreende quem de fato é Jesus. Quem é de Deus aceita o fato inegável na experiência do apóstolo e nas Sagradas Escrituras, que Jesus Cristo é Deus e ao mesmo tempo homem. Ele foi Deus e homem em todos os momentos (diferente do nestórianismo), em todos os atos (diferente de nestorianismo) e em toda Sua natureza (diferente do apolinarismo e do eutiquismo). A manjedoura e a cruz são a razão da esperança viva. O túmulo e a pedra removida é certeza da bondade e da misericórdia de Deus. Quem é de Deus vê Jesus como paradigma. Entender, não entendemos por completo, só na eternidade (1 Coríntios 13.8), mas o que temos agora é suficiente para cremos Nele e sermos de Deus. A compreensão de Cristo determina quem é quem.
b) Confessado João vai além ao falar da diferença entre aqueles que não são e aqueles que são de Deus. Inspirado por Deus ele usa a palavra “confessar”. Esta palavra é de grande importância e tem riquíssimos significados. Em suma significa dizer a mesma coisa. Logo, confessar a Cristo é dizer o que Cristo diz e já disse, que Ele e o Pai “somos um” (João 17.3). Dizer a mesma coisa com Cristo é concordar com Ele. É aceitá-lo como Deus (João 1.1-3). Confessar Cristo implica reconhecer que Ele (Cristo) está certo e “nós” errados. Admitir o erro e a ignorância é difícil para que vive na soberba. Ao mesmo tempo é uma prova que o indivíduo, ou espírito, não é de Deus. Quem não é de Deus não se humilha e nem reconhece que Cristo está certo. Quem não é de Deus não concorda com o próprio ensinamento do Cristo. Quem não é de Deus não diz a mesma coisa que Cristo diz, pelo contrario, o contraria, tornando-se assim, um anticristo. Já quem é de Deus é reconhecido porque confessa a Cristo. Diz a mesma coisa que Cristo disse. Tem a mesma mensagem. Concorda com os ensinamentos de Cristo. Humilha-se e reconhece a majestade de Cristo e torna-se a favor de Cristo. Quem não é de Deus, não confessa a Cristo, mas quem é de Deus sim.
a) Origem O texto diz que quem não é de Deus vem do mundo, mas os que são de Deus vêem Dele. O origem demonstra muitas coisas. Certa vez viajando a cidade do Rio de Janeiro observei que há um preconceito intelectual contra os mineiros. Por isso, todos os mineiros que aparecerem lá, serão tratados como ignorantes, porque suas origens é Minas Gerais. A origem mostra quem são as pessoas. Quem vem de Minas Gerais, fala de um jeito, tem uma maneira de falar e de agir conforme suas origens. Isso se aplica também ao campo espiritual, onde quem não é de Deus tem um modo de vida, uma maneira de agir, e quem é de Deus procura sempre viver conforme a natureza de Deus, que é o amor e a santidade.
b) Representante O texto continua dizendo-nos que não é de Deus vem do mundo e fala pelo mundo. Ou seja, seu conteúdo é o mundo. Representa o mundo. Como se fosse um leilão, onde o mundo é um grande personagem, mal, que quer destruir a todos, e para isso, usa representantes, pessoas que servem para aliciar os que são de Deus. Quem não é de Deus está focado nas coisas do mundo e procura promover o mundo como seu representante. Mas quem é de Deus não fala pelo mundo mas por Deus. Só se pode falar de Deus quem é de Deus. E quem é de Deus só fala de Deus e é reconhecido porque fala de Deus. Representa Deus por onde passa. Quem é de Deus não é comprometido com o mundo, mas transmite os valores, a mensagem, toda a vontade de Deus. O público de João parece agora mais esclarecido sobre quem é quem. Mais ainda falta um pequeno detalhe...
c) Objetivo O texto chega a seu final com a grande resposta. Grande resposta porque é a grande dúvida. Porque muitas pessoas dão ouvidos às palavras das pessoas, ou espíritos que não são de Deus? Porque outras já ouvem às palavras dos que são de Deus? Quem não é de Deus tem seu público, o mundo. O mundo, apenas o mundo, ouve a mensagem daqueles que não são de Deus. Quem não é de Deus não ouve a voz de Deus. Quem não é de Deus fala para quem não é de Deus. Por outro lado vemos a importância de se manter fiel a mensagem cristã, porque, não apenas pelo fato de agradar a Deus, mas também pelo fato de se ter ouvintes aguardando a mensagem genuína de Deus. Quem é de Deus ouve a Palavra de Deus. Esta palavra não é uma palavra qualquer, uma palavra de humanos para humanos, mas a Palavra da Verdade. A verdade que liberta, a verdade que acusa a mentira, a verdade que agrada a Deus e satisfaz a necessidade humana.
CONCLUSÃO Nossa vida é muito importante para que seja conduzida levianamente. É preciso que a consagremos e a dediquemos à Deus. Para isso, precisamos identificar quem é quem. Precisamos ver quem é de Deus e quem não é de Deus. Precisamos seguir àqueles que compreendem e confessam Cristo. Precisamos compreender que tipo de mensagem as pessoas tem pregado, que “deus” estão representando, quais objetivos esperam ser alcançados. Precisamos ser pessoas de Deus, espíritos de Deus, para levar a Palavra deste grande Deus à Sua Criação. Precisamos Mostrar Cristo como Ele é, o único responsável pela vida humana.Havia uma tecelagem onde se fabricavam tecidos muitos finos. Quando, em dado momento, os fios se embaraçavam, o operador devia tocar uma campainha para ser atendido por um funcionário especializado, que punha as coisas em ordem novamente. Certa ocasião, entretanto, depois de um rapazinho ter pedido o auxílio do funcionário especializado e recebido a assistência, um operário antigo na fábrica achou que já sabia o suficiente e que poderia passar sem o auxílio especializado. Então, quando novamente os fios se embaraçaram, ele mesmo tentou arrumar. Seus fios, porém, ficaram terrivelmente embarassados e o estrago foi muito grande. Quando, enfim, ele chamou o especialista e disse-lhe: “Mas eu fiz o meu melhor!” O especialista replicou: “O seu melhor é chamar por mim!” Quantas vezes queremos resolver nossos problemas sozinho sem ter condições. Pecados, tragédias, morte e etc, são problemas sérios que não conseguimos vencê-los sozinhos, precisamos de um especialista, precisamos de Jesus.
Aqueles que abandonaram a congregação seguindo Cerinto e o proto-gnostícismo tinham a compreensão diferente quanto a constituição humana. O fato da carne ser mal bania a possibilidade de uma liderança interior da alma humana. Cristo não era Jesus e nem Jesus o Cristo. È o que os hereges ensinavam. Seu comportamento era devasso e sem amor. João explica com a inspiração e a revelação que recebera do Senhor que o homem não é carne, mas espírito.
No idioma original, o grego, não encontramos a expressão “espírito” designando uma entidade celestial, mas personificado como uma pessoa. Logo, o espírito relatado denota uma pessoa. João ensina que a carne é má (1 João 2), mas quem guia o homem é a parte imaterial, o espírito. A carne pode ser má, mas se o espírito deseja tomar tal decisão, a carne acompanhará, pois esta é submissa àquela.
O espírito é uma pessoa. Todas as qualidades do ser humano partem da sua espiritualidade. Toda acerto e todo erro que o ser humano depende do seu eu interior. Ele é espírito e não carne. Isso mostra que não há nenhum problema no fato de Jesus ter a natureza humana. Jesus herdou o pecado original quando se encarnou (... e fez pecado por nós..., se fez carne, só Deus é bom). Natureza esta indispensável para nossa salvação. Porque os pecados da humanidade não poderiam ser deixados de punição. Por um homem entrou o pecado no mundo, por um homem deverá sair. Todavia apenas um homem não poderia prover a salvação. Deveria partir de Deus, demonstrando o amor supremo de Deus. Com a execução deste plano a humanidade se dividiu em duas, parte de pessoas de Deus e parte de pessoas que não são de Deus porque negam este divino plano.
- A DIFERENÇA EM CRISTO
a) Compreendido Como Cristo é a expressão máxima da revelação de Deus, todas as setas diabólicas estão apontadas para Ele. Não compreendendo Cristo, não se compreende a Deus, pois Ele é o caminho (João 8.32). A Bíblia neste texto mostra que aqueles que não compreendiam Jesus Cristo como 100% Deus e 100% homem, não eram de Deus. Era a melhor forma de distinguir os que não são daqueles que são de Deus. Quem não é de Deus não compreende a pessoa e a obra de Cristo. Tudo parece estranho, nascimento de uma virgem, morte na cruz, ressurreição e coisas mais. Quem não é de Deus olha para Jesus e vê Ele como um filósofo, um mártir ou algo parecido, nunca como Salvador e Senhor. Mas quem é de Deus compreende quem de fato é Jesus. Quem é de Deus aceita o fato inegável na experiência do apóstolo e nas Sagradas Escrituras, que Jesus Cristo é Deus e ao mesmo tempo homem. Ele foi Deus e homem em todos os momentos (diferente do nestórianismo), em todos os atos (diferente de nestorianismo) e em toda Sua natureza (diferente do apolinarismo e do eutiquismo). A manjedoura e a cruz são a razão da esperança viva. O túmulo e a pedra removida é certeza da bondade e da misericórdia de Deus. Quem é de Deus vê Jesus como paradigma. Entender, não entendemos por completo, só na eternidade (1 Coríntios 13.8), mas o que temos agora é suficiente para cremos Nele e sermos de Deus. A compreensão de Cristo determina quem é quem.
b) Confessado João vai além ao falar da diferença entre aqueles que não são e aqueles que são de Deus. Inspirado por Deus ele usa a palavra “confessar”. Esta palavra é de grande importância e tem riquíssimos significados. Em suma significa dizer a mesma coisa. Logo, confessar a Cristo é dizer o que Cristo diz e já disse, que Ele e o Pai “somos um” (João 17.3). Dizer a mesma coisa com Cristo é concordar com Ele. É aceitá-lo como Deus (João 1.1-3). Confessar Cristo implica reconhecer que Ele (Cristo) está certo e “nós” errados. Admitir o erro e a ignorância é difícil para que vive na soberba. Ao mesmo tempo é uma prova que o indivíduo, ou espírito, não é de Deus. Quem não é de Deus não se humilha e nem reconhece que Cristo está certo. Quem não é de Deus não concorda com o próprio ensinamento do Cristo. Quem não é de Deus não diz a mesma coisa que Cristo diz, pelo contrario, o contraria, tornando-se assim, um anticristo. Já quem é de Deus é reconhecido porque confessa a Cristo. Diz a mesma coisa que Cristo disse. Tem a mesma mensagem. Concorda com os ensinamentos de Cristo. Humilha-se e reconhece a majestade de Cristo e torna-se a favor de Cristo. Quem não é de Deus, não confessa a Cristo, mas quem é de Deus sim.
- A DIFERENÇA NA MENSAGEM
a) Origem O texto diz que quem não é de Deus vem do mundo, mas os que são de Deus vêem Dele. O origem demonstra muitas coisas. Certa vez viajando a cidade do Rio de Janeiro observei que há um preconceito intelectual contra os mineiros. Por isso, todos os mineiros que aparecerem lá, serão tratados como ignorantes, porque suas origens é Minas Gerais. A origem mostra quem são as pessoas. Quem vem de Minas Gerais, fala de um jeito, tem uma maneira de falar e de agir conforme suas origens. Isso se aplica também ao campo espiritual, onde quem não é de Deus tem um modo de vida, uma maneira de agir, e quem é de Deus procura sempre viver conforme a natureza de Deus, que é o amor e a santidade.
b) Representante O texto continua dizendo-nos que não é de Deus vem do mundo e fala pelo mundo. Ou seja, seu conteúdo é o mundo. Representa o mundo. Como se fosse um leilão, onde o mundo é um grande personagem, mal, que quer destruir a todos, e para isso, usa representantes, pessoas que servem para aliciar os que são de Deus. Quem não é de Deus está focado nas coisas do mundo e procura promover o mundo como seu representante. Mas quem é de Deus não fala pelo mundo mas por Deus. Só se pode falar de Deus quem é de Deus. E quem é de Deus só fala de Deus e é reconhecido porque fala de Deus. Representa Deus por onde passa. Quem é de Deus não é comprometido com o mundo, mas transmite os valores, a mensagem, toda a vontade de Deus. O público de João parece agora mais esclarecido sobre quem é quem. Mais ainda falta um pequeno detalhe...
c) Objetivo O texto chega a seu final com a grande resposta. Grande resposta porque é a grande dúvida. Porque muitas pessoas dão ouvidos às palavras das pessoas, ou espíritos que não são de Deus? Porque outras já ouvem às palavras dos que são de Deus? Quem não é de Deus tem seu público, o mundo. O mundo, apenas o mundo, ouve a mensagem daqueles que não são de Deus. Quem não é de Deus não ouve a voz de Deus. Quem não é de Deus fala para quem não é de Deus. Por outro lado vemos a importância de se manter fiel a mensagem cristã, porque, não apenas pelo fato de agradar a Deus, mas também pelo fato de se ter ouvintes aguardando a mensagem genuína de Deus. Quem é de Deus ouve a Palavra de Deus. Esta palavra não é uma palavra qualquer, uma palavra de humanos para humanos, mas a Palavra da Verdade. A verdade que liberta, a verdade que acusa a mentira, a verdade que agrada a Deus e satisfaz a necessidade humana.
CONCLUSÃO Nossa vida é muito importante para que seja conduzida levianamente. É preciso que a consagremos e a dediquemos à Deus. Para isso, precisamos identificar quem é quem. Precisamos ver quem é de Deus e quem não é de Deus. Precisamos seguir àqueles que compreendem e confessam Cristo. Precisamos compreender que tipo de mensagem as pessoas tem pregado, que “deus” estão representando, quais objetivos esperam ser alcançados. Precisamos ser pessoas de Deus, espíritos de Deus, para levar a Palavra deste grande Deus à Sua Criação. Precisamos Mostrar Cristo como Ele é, o único responsável pela vida humana.Havia uma tecelagem onde se fabricavam tecidos muitos finos. Quando, em dado momento, os fios se embaraçavam, o operador devia tocar uma campainha para ser atendido por um funcionário especializado, que punha as coisas em ordem novamente. Certa ocasião, entretanto, depois de um rapazinho ter pedido o auxílio do funcionário especializado e recebido a assistência, um operário antigo na fábrica achou que já sabia o suficiente e que poderia passar sem o auxílio especializado. Então, quando novamente os fios se embaraçaram, ele mesmo tentou arrumar. Seus fios, porém, ficaram terrivelmente embarassados e o estrago foi muito grande. Quando, enfim, ele chamou o especialista e disse-lhe: “Mas eu fiz o meu melhor!” O especialista replicou: “O seu melhor é chamar por mim!” Quantas vezes queremos resolver nossos problemas sozinho sem ter condições. Pecados, tragédias, morte e etc, são problemas sérios que não conseguimos vencê-los sozinhos, precisamos de um especialista, precisamos de Jesus.
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