19 Ago 2009 - 17:30:16
O problema desta corrente está também em seu alicerce, onde o pragmatismo é forte: O que dá certo é o certo! A confiança do homem está em si, na sua natureza pecaminosa. Ao contrário desta linha vemos a Bíblia nos afirmar que ela é a lâmpada. O homem não pode confiar em si, pois o pecado o corrompeu por completo, pó isso precisamos de uma heteronomia, uma lei que vem de fora, daquele quem nos criou, Ele por ser o fabricante sabe seu propósito e os cuidados que deve ser tomados. O Liberalismo se perde em si quando lembramos que os meios não justificam os fins. Não podemos matar a fome na África assaltando os mercados brasileiros! A própria razão nos mostra que devemos tomar cuidado com os meios. Muitos pregadores tem usado estas estranhas linhas pensando estar corretos, mas na verdade não tem nenhum compromisso com a Bíblia.Este fator nos levará a olhar para a Igreja como uma empresa que visa agradar o cliente para tê-lo. Não podemos como pregadores nos preocupar com a vontade humana, mas a divina. Devemos ao pregar não perguntar às pessoas o que elas querem ouvir, mas perguntar a Deus o que Ele quer falar. Ele mostrará pela Bíblia ainda que com um outro auxílio, tipo natureza e circustâncias.Outro problema que enfrentamos é a mistificação da igreja. Tudo é mistificado. A experiência com Deus passa a ser algo mecânico e sem vida, sem nenhum compromisso com o que de fato Deus deseja. È grande a aberração que só é encontrada fora da Bíblia. Precisamos ajustar nosso foco para a formação de pregadores para que eles tenham o cuidado de fazer tudo conforme está escrito na Palavra. Formá-los para que não se deixem levar pela tentação de serem levados pelo povo. Para que preguem contra o relativismo, pois este condena a Bíblia, a Palavra da verdade. Pregadores que deixem a teologia se acender, o raciocínio pegar fogo e a lógica peneirar as verdades de Deus expressa na Sua Palavra. Como exemplo de pregador temos Moisés. Este, recebeu de Deus a revelação, foi inspirado para alcança-la, e que de maneira tão fiel, soube transmiti-la ao povo por Deus determinado. Moisés explicou a Lei de Deus e a aplicou na vida do povo de Israel. Como ele, devemos explicar e aplicar a Vontade de Deus para o homem de hoje. Esdras também foi outro exemplo de pregador. Era compromissado com a Palavra de Deus, dedicado a obedecê-la e a ensiná-la. Através dele o povo pode meditar nas Escrituras e o resultado foi um grande avivamento. Se hoje desejarmos um avivamento devemos ter em mente que ela começará com os pregadores que pregam a Bíblia. No Antigo Testamento vemos uma definição clara do pregador, profeta. Este é o anunciador de Deus, o que fala por Deus. Outro significado da palavra é vidente, aquele que vê, que recebe de Deus o presente de entender verdades que não podem ser entendidas pelos poderes naturais.O pregador deve ser constrangido, ou seja, ainda que poderiam pregar outra mensagem, assumiram um compromisso de sentir o peso da responsabilidade de pregar a Palavra de Deus. Apesar de Deus escolher e usar os profetas, Ele não mudava suas características naturais, pelo contrário, em muitas vezes Ele as usava para esclarecer ainda mais a mensagem. Na mensagem de Deus, o profeta ou pregador deveria contextualizá-la de acordo com a cultura e as condições. Esta contextualização dependia de uma análise minuciosa da história de seu povo, a raízes do problema ou do porque da mensagem. A mensagem deveria também ser aplicada, o “e daí?” ou “o que fazer?”, deixando bem claro a vontade de Deus e como obedecê-la. Entendemos então que a prioridade na vida de um homem de Deus é a pregação. Ele deve se preparar vitalmente para este serviço. Para pregar a Vontade de Deus precisava buscar uma visão do alto e ser fiel a ela independente das circunstâncias.No Novo Testamento olhamos com grande entusiasmo para Jesus. Deus agora se faz um pregador. E como todo pregador Ele se preparou para tal ministério, seja com a instrução, ou seja com a comunhão com o Alto. Apesar de fazer parte de seu ministério os milagres, Jesus foi na verdade crucificado por sua mensagem.Seguinte ao exemplo de Jesus que foi a Palavra encarnada. Deus se fez pregador. E como todo pregador Ele se preparou intelectualmente e também em sua vida em comunhão com o Pai. Apesar dos milagres fazer parte de seu ministério, Jesus foi crucificado na verdade por sua pregação. Assim como Jesus, Pedro também foi outro grande pregador que só pregava o que estava na Palavra. Paulo foi também outro pregador que não se distanciou da Bíblia. Aquele que perseguiu pensando estar na Palavra foi perseguido por estar agora verdadeiramente na Palavra. Paulo foi também pregador aos gentios, mesmo assim, ele entendeu que a Bíblia também era vital para a salvação de todas as nações. Foi comissionado e pregou ardorosamente a Palavra.Assim como estes homens foram tentados a pregar fábulas humanas, nós também somos hoje. Assim como eles foram discriminados e sofreram por amor a Palavra, hoje também é este mesmo amor que nos leva a se dedicar a pregar a Palavra. O amor a Jesus é a única motivação que temos para nos manter firmes nesta gloriosa missão de pregar a Palavra. O cumprimento desta missão não é desgostoso, pelo contrário, é saboroso. È maravilhoso meditar na Bíblia, é um prazer indescritível passar seus ensinamentos. Por isso, concluímos que a pregação é a prioridade do ministério do homem de Deus, seja ele antigo ou moderno, que more aqui ou lá. Esta é sem dúvida a mensagem de Deus para a humanidade.
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